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Sessão Inaugural da Academia Brasileira de Música

Sessão inaugural da Academia Brasileira de Música. Da esqueda para direita: José Cândido Andrade Muricy, João Itiberê da Cunha, desconhecido, Heitor Villa-Lobos, desconhecido, desconhecido, Oscar Lorenzo Fernandez e Luiz Heitor Corrêa de Azevedo

Num ambiente “espiritualista” carioca do final dos anos 20 que o jovem Luiz Heitor começa sua caminhada como articulista. As relações próximas do Musicólogo com Andrade Muricy, Graça Aranha, Renato Almeida e Brasílio Itiberê (todos simbolistas e participantes dos ideais do grupo “Festa”), contribuiu para sua incipiente carreira profissional e ajudou a moldar sua postura intelectual diante dos direcionamentos da intelectualidade carioca.

Escola Nacional de Música

Figura 7 — Escola Nacional de Música do Rio de Janeiro e Conservatório Dramático de Música de São Paulo respectivamente (Apud Buscacio, 2009:152).

Luciano Gallet

Luciano Gallet

Nos anos 30, às vésperas da virada de poder com o Governo Provisório de Vargas (1930-1934), os músicos do Rio de Janeiro se anteciparam e se organizaram em entidades representativas para pleitear transformações culturais e artísticas que melhorassem as condições dos músicos e da música no país. Suas propostas eram centralizadoras e indutivas, pois tinham a percepção de uma cultura nacional horizontal, portanto uma visão parcial do que seria melhor para aquela sociedade. Compunham esse grupo célebre músicos, compositores, pesquisadores, críticos e professores da música, onde destacamos: Arnaldo Estrela, Bidu Saião, Tapajós Gomes, João Nunes, Mario de Andrade, Manoel Bandeira, Andrade Muricy, Djalma de Vicenzi, Renato Almeida, Luiz Heitor, Lorenzo Fernandez, Luciano Gallet e Villa-Lobos.